Sintra: Agrupamento D. Carlos I em festa

O Agrupamento de Escolas D. Carlos I, em Sintra, esteve em festa na passada sexta-feira, dia 15 de Junho, desde logo para assinalar o final de mais um ano lectivo. A festa assumiu a forma de arraial, com a apresentação de diversas actividades lúdico-pedagógicas e aberto à comunidade, com o envolvimento de todas as escolas do agrupamento.
"Uma mostra das actividades desenvolvidas pelos alunos ao longo do ano, nomeadamente exposições e apresentações de expressão dramática", realçou Paula Mendes, directora do agrupamento, que destaca o apoio das juntas de freguesia de Santa Maria e São Miguel e de São Martinho, além da Câmara de Sintra, para a concretização do arraial.
Um agrupamento reconhecido pelas preocupações ambientais, como resulta da conquista, pelo sexto ano consecutivo e relativo ao ano lectivo anterior (2010/2011), da Bandeira Verde, do Programa Eco-Escolas. O galardão ambiental foi simbolicamente hasteado na zona do palco do arraial, no âmbito da comemoração do Dia Eco-Escolas. Para Paula Mendes, também coordenadora do Programa Eco-Escolas na escola-sede, este dia "culmina um ano inteiro de trabalho, de envolvimento em variados projectos, nomeadamente a Permacultura, com o trabalho voluntário de pais, aos sábados, no recinto da escola". O Projecto de Permacultura é, aliás, uma das principais apostas ambientais da Escola Básica Integrada D. Carlos I. "É um projecto que tem a ver com a sustentabilidade ambiental e práticas agrícolas sustentáveis, sem utilização de químicos", salienta a docente.
O arraial serviu, ainda, para a inauguração da nova cobertura do recreio da Escola EB1/JI D. Carlos I, situada no recinto da escola-sede, num investimento de 15 mil euros, integralmente suportado pela Associação de Pais e Encarregados de Educação. Ao longo dos últimos seis anos, a associação angariou a verba necessária no sentido da concretização da cobertura, "num projecto que mereceu a compreensão da Câmara, mas não apoio monetário". Instalada desde Janeiro, a cobertura vem melhorar as condições de fruição do espaço de recreio, tanto em tempo de chuva como em caso de altas temperaturas. "Quando chovia, as crianças não podiam vir para o recreio, ficavam na sala ou no corredor", salienta João Pedro Jacinto, presidente da associação de pais de um estabelecimento de ensino com 175 alunos.
 

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